Publicado el 4 de mayo de 2012
Atleta argentino entrena en Malvinas para los Juegos de Londres 2012
Nos referimos al jugador olímpico del seleccionado masculino de hockey sobre césped, Fernando Zylberberg. Un momento de su trabajo fue filmado en nuestras islas Malvinas por una agencia de publicidad, y aparece en un spot -difundido por la Presidencia de la Nación- en homenaje a los caídos y ex combatientes del conflicto bélico de 1982, entre el Reino Unido de Gran Bretaña y la República Argentina. Coincidente con el reclamo de soberanía de nuestro país por dichas islas -usurpadas por el Imperio Británico en 1833- el fílmico fnaliza con la siguiente leyenda: Para competir en suelo inglés entrenamos en suelo argentino.
A continuación, compartimos la película, cuyo mensaje está alejado de toda connotación bélica. Sí se enmarca, en cambio, con las políticas encaradas por el gobierno nacional, de continuar reclamando la soberanía de dichos territorios a través del diálogo y en coincidencia con una resolución de Naciones Unidas, aprobada a mediados de los años 60 por su Comité de Descolonización.
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Publicado el 4 de mayo de 2012
100 Anos de músicas argentinas: El día que me quieras
Esta canção cuja letra pertence a Alfredo Le Pera, mas que está baseada em um poema do mexicano Amado Nervo, foi escrita para um filme intitulado, justamente, “El día que me quieras”, rodado em 1935 em Nova Iorque. Foi o último filme em que atuou Carlos Gardel, dado que o astro morreria poucos meses depois, na Colômbia.
Uma rápida escuta desta canção tão conhecida obriga a enfrentar uma verdade nem sempre fácil de reconhecer: não basta com querer, é preciso ser querido. Somente “o dia em que me quiseres” florescerá a vida e não haverá dor. Mas, se esse día não chegar…

O especialista Sergio Pujol diz que na história da música “não devem existir muitos requerimentos românticos tão luxosamente expressos como este. A letra de Le Pera se insere numa melodia tão deliciosa que não desentonaria como parte da ópera Madame Butterfly”.
Gravada por cantores tão diferentes como Plácido Domingo, Roberto Carlos ou Luis Miguel, os críticos assinalam que é a interpretação de Gardel a que transforma “El día que me quieras” em uma canção não apenas muito boa, mas tão estreitamente ligada à expressão de seu autor, tanto que se torna inverosímil em qualquer outro intérprete.
Clique embaixo e ouça o comentário completo, junto com a versão do próprio Carlos Gardel, registrada em 1935.
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Texto e locução: Julieta Galván – Edição: Rubén Linares
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Publicado el 1 de mayo de 2012
Mães da Praça de Maio: 35 anos de luta
Argentina lembrou neste 30 de abril a primeira passeata das Mães de Praça de Maio, realizada há 35 anos por catorze pacíficas mulheres que, cheias de coragem, reclamaram da sinistra ditadura militar que governava o país informação sobre seus filhos desaparecidos, sequestrados pelos militares.
Essa breve caminhada, tocada pela dor e o medo, foi uma passeata exemplar e inaugural: tratou-se da primeira manifestação pública realizada na Argentina contra a ditadura que o país sofreu entre 1976 e 1983.

As Mães de Praça de Maio são hoje um emblema conhecido mundialmente e seu exemplo tem sido imitado em outros países que padecem ou padeceram horrores parecidos aos nossos.
A data daquela primeira passeata foi lembrada ontem com diversas atividades que contaram, como é tradicional, com milhares de acompanhantes. E aqui, na RAE, aproveitamos a ocasião para lembrar a história deste grupo de mulheres e acompanhá-las com o canto criado nas ruas e a elas dedicado: “Mães da Praça, o povo as abraça”.
Clique embaixo e ouça a reportagem completa, emitida pela RAE nesta segunda-feira, junto com o testemunho da Mãe Juanita Pargament e uma homenagem às Mães feita pelo músico brasileiro Chico Buarque de Hollanda.
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Texto e locução: Julieta Galván – Edição: Rubén Linares
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Publicado el 27 de abril de 2012
100 Anos de músicas argentinas: Mi noche triste
Em 1917 Carlos Gardel interpretou pela primeira vez os versos de “Mi noche triste”, com o qual fundava um gênero: o tango canção.
Até esse momento, as letras dos tangos eram apenas alguns versos divertidos que, pelo general, eram cantados no final da melodia. Eram poucas as letras que descreviam uma cena ou uma personagem, como acontecia com “La morocha”. Porém, quando Pascual Contursi escreveu a letra de “Mi noche triste”, mudou de um dia para o outro a conceição dos versos do tango ao escrever um argumento dramático: a história de um homem que, abandonado pela mulher, sofre e bebe.
“Mi noche triste” foi escrito sobre a música de outra melodia, preexistente: uma partitura do pianista Samuel Castriota registrada sob o nome de “Lita”, em 1915. O poeta Pascual Contursi trocou o tempo e algumas notas e lhe acrescentou a letra, revolucionária. A partir de “Mi noche triste”, o tango tornou-se melancólico… e triste.
Nesse mesmo ano de 1917, Carlos Gardel levou a música ao disco e foi o primeiro tango gravado pelo popular cantor.
Clique embaixo e ouça a matéria completa, junto com a versão registrada por Gardel em 1930.
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Texto e locução: Julieta Galván – Edição: Fernando Salvatori
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Publicado el 25 de abril de 2012
Dr. Alfredo Palacios, deputado socialista
O Dr. Alfredo Palacios tinha, na porta de sua casa, uma placa que, embaixo de seu nome e profissão, anunciava: “atende grátis os pobres”. Ele foi o primeiro deputado socialista da América Latina quem, em uma época de habituais governos oligárquicos, redigiu e conseguiu a promulgação de numerosas leis sociais pelas quais continua sendo reconhecido.
Entre as leis que ele conseguiu que fossem promulgadas estão a da meia jornada de trabalho aos sábados, a de descanso dominical, aumentos de salários acompanhando a desvalorização da moeda, a de indenização por acidentes de trabalho, de proteção particular ao trabalho feminino e o estatuto do professor.
Nascido em 1880 em Buenos Aires, este advogado e deputado socialista dedicou a vida inteira a trabalhar pelo bem-estar geral das mulheres, trabalhadores, crianças, idosos e jovens.
Foi, além de professor, decano das faculdades de Direito e de Ciências Econômicas da Universidade de Buenos Aires e Presidente da Universidade de La Plata.
Entre as diversas distinções por ele recebidas, foi distinto com a nomeação de Doutor Honoris Causa das universidades do Rio de Janeiro, Lima, Cuzco, La Paz, México e Buenos Aires.
Em 20 de abril passado, dia de seu falecimento ocorrido em 1965, foi lembrado pela RAE dentro da seção destinada às datas comemorativas.
Clique embaixo e ouça a matéria completa, junto com a voz do próprio Dr. Palacios defendendo sua atuação política.
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Texto e locução: Julieta Galván – Edição: Rubén Linares
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Publicado el 20 de abril de 2012
Les présidentielles françaises … en Argentine
Le premier tour des élections présidentielles aura lieu ce dimanche en France et dans le reste du monde aussi puisque les Ambassades ont prévu des bureaux de vote pour permettre aux ressortissants français d’exprimer leur voix. M. Patrick Flot, Consul Général de France à Buenos Aires, nous explique comment se déroulera la journée électorale dans les villes de Mendoza, Córdoba et Buenos Aires.
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Publicado el 18 de abril de 2012
100 Anos de músicas argentinas: Persiana Americana
Preparado na base do livro “Canciones argentinas, 1910-2010″ do historiador Sergio Pujol, o ciclo que a RAE dedica às canções do século 20 que mais identificam os argentinos apresentou recentemente “Persiana americana”, sucesso da banda Soda Stereo, um dos mais destacados grupos de rock e pop argentino.
A música nasceu de uma ideia de Jorge Daffunchio, um fã de Soda Stereo que resultou vencedor em um concurso de letras organizado por um programa de rádio. O narrador da letra é um voyeur que se descreve a si próprio “à beira do abismo”, “pendurado num parapeito”, olhando a vida através da persiana americana. A letra tem uma disfarçada referência cinematográfica, ao filme “Dublê de corpo”, de Brian de Palma que, por sua vez, homenageava Hitchcock. Ambos, música e filme, parecem dizer o mesmo: que não existe possibilidade de contato real entre duas pessoas que acabe bem: melhor, antes, olhar a vida através da persiana americana.

“Persiana americana” foi apresentada em 1986 e integra o disco “Signos”, lançado ao mercado nesse mesmo ano; foi, por outra parte, o primeiro álbum em formato Compact Disc de um artista argentino, em 1988.
Clique embaixo e ouça a reportagem completa, junto com a referida versão de 1988.
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Texto e locução: Julieta Galván – Edição: Fernando Salvatori
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Publicado el 18 de abril de 2012
Floreal Ruiz, cantor de tangos
A RAE lembrou na edição desta terça-feira (17/04), dia de seu falecimento em 1978, o cantor de tangos Floreal Ruiz, um dos intépretes mais importantes da década de ’40 do século passado —considerada a época de ouro na história do tango do Rio da Prata.
Nascido em Buenos Aires em 1916, Floreal Ruiz cresceu escutando tangos, que era a música dos bairros marginais, proletários. E quando, ainda moço, decidiu cantar tangos, o pai expulsou-o de casa.
Seu momento de máximo esplendor chegou quando “Tata”, como o cantor era chamado, passou a fazer parte da orquestra de Aníbal Troilo, a mais famosa durante muitos anos.
Clique embaixo e ouça a matéria completa, junto com o tango “Naranjo en flor”, numa versão considerada insuperável junto à orquestra do mestre Aníbal Troilo.
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Texto e locução: Julieta Galván – Edição: Rubén Linares
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Publicado el 4 de abril de 2012
Una fecha emblemática para la Argentina sobre las Islas Malvinas
Fue el pasado 2 de abril, al cumplirse 30 años de la recuperación transitoria de los archipiélagos usurpados por el Imperio Británico el 3 de enero de 1833. El acto central lo presidió la jefa de Estado, doctora Cristina Fernández de Kirchner, en la ciudad de Ushuaia. Durante su mensaje, honró a los caídos durante el combate iniciado en mayo de 1982 y recordó que la guerra “no fue una decisión del pueblo argentino”. La presidenta recordó la vocación negociadora que tiene la Argentina -un mandato emanado de las Naciones Unidas en su Comité de Descolonización-, y afirmó la convicción de respeto de nuestro país hacia los habitantes de las islas. A continuación, se ofrece el mensaje completo pronunciado por la jefa de Estado y que RAE emitiera en su totalidad
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Seguidamente se ofrece un trabajo especial preparado por Julieta Galván, y difundido en los diferentes idiomas de RAE. Dividido en dos partes, los locutores en español Marta Aparicio y Angel Floreano, dieron lectura a la citada producción. El primero de ellos, referido a los 30 años de la Guerra de Malvinas, y el segundo en el cual se presentan los argumentos históricos y geográficos que asisten a la posición argentina.
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Publicado el 3 de abril de 2012
A 30 anos da guerra, Malvinas continuam sendo argentinas
Os argentinos comemoramos nesta segunda-feira, 02 de abril, os 30 anos de uma infausta guerra declarada por um governo militar assassino que tentou manter-se no poder utilizando uma histórica reivindicação argentina: a soberania das Ilhas Malvinas, ocupadas ilegitimamente pela Grã-Bretanha desde 1833, quando as autoridades e habitantes argentinos foram expulsos pelo Reino Unido do arquipélago localizado no Atlântico Sul.
Hoje, o caminho de recuperação das Ilhas Malvinas está traçado e é o da paz em democracia. Foram milhares os jovens enviados irresponsavelmente à guerra; as inesquecíveis vítimas dispõem que esse caminho já não será nunca abandonado.
Em tempos em que o Reino Unido, através de seu primeiro ministro David Cameron, acusa o governo argentino de “colonialista” e a imprensa internacional, em geral, assinala como único antecedente da controvérsia em torno da soberania a guerra de 1982, consideramos que o 30º aniversário da guerra é uma boa ocasião para lembrar a história desta ilegítima ocupação.
Clique embaixo e ouça a reportagem completa, emitida pela RAE nesta segunda-feira.
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Clique embaixo e ouça a história da controvérsia que leva quase 180 anos.
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Texto e locução: Julieta Galván – Edição: Fernando Salvatori
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